ARGENTINA ACORRALADA
(Buenos Aires, La Plata, São Paulo, cor - DV - 28 minutos, 2002)


Direção: Pedro Dantas e Cristian Cancino
Produção: Ingrid Jascheck e Facundo Reyna
Fotografia: Cristian Cancino, Pedro Dantas e Diego Velázques (Cacerolazo e Massacre de Avellaneda)

Roteiro e Montagem : Pedro Dantas
Colaboração e apoio em Buenos Aires: Rafael Bardas

Direção TV PUC-SP: Gabriel Priolli

Depoimentos: Adolfo pérez Esquivel, Hebe Bonafini, León Rozitchner, Osvaldo Bayer e Patricia Funes
Realização: Sussuarana Artinformação e TV PUC-SP
Co-realização: Estudios Pacífico (La Plata)

Prêmios de Melhor Video e Melhor Reportagem da TV Universitária no IX Gramado Cine Vídeo 2003

 

Em dezembro de 2001 o então presidente argentino, Fernando de la Rúa, decretou o confisco de todas aplicações bancárias do país por tempo indeterminado. A medida ficou conhecida como Corralito e levou a populaçáo às ruas em manifetações que ficaram conhecidas como Cacerolazo. De la Rúa foi forçado a renunciar ao cargo.

O ano de 2002 foi quando vigorou a política do Corralito na Argentina. Era conseqüência dos anos de incorporação dos preceitos da ecônomia neoliberal à economia do país durante os anos da presidência de Carlos Menem, que privatizou on bens do estado e "dolarizou" a economia. O confisco das aplicações bancárias, determinado pelo ministro Cavallo em dezembro de 2001, tirou de circulação o capital e deixou como sequela aquela que para muitos foi a pior crise da história republicana argentina. O episódio é uma representação sintomátcia do resultado da ingerência externa das políticas monetárias internacionais nos países latino-americanos e do descaso dos organismos internacionais de controle destas políticas frente às crises econômicas. O documentário pensa, junto a intelectuais e cidadãos comuns, o significado da política ecoômica do Corralito e rememora o curso da história recente da Argentina.

 

 

vídeo

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