SAMBA HOP SP
(São Paulo - cor - DV - 56 minutos - 2001)


Direção e Roteiro: Cristian Cancino e Pedro Dantas
Produção: Carolina Piza.
Pesquisa: Cristian Cancino

Fotografia: Pedro Dantas
Imagens Adicionais: Juliana Mori, Julia Priolli e Fabrício Maruxo

Montagem: Pedro Dantas, com Theresa Dino, Julia Priolli e Cristian Cancino

Realização: Sussuarana Artinformação / depto. de jornalismo da PUC-SP / TV PUC-SP
Depoimentos: Luiz Melodia, Rappin Hood, Leci Brandão, MV Bill, Samba da Vela Quinteto em branco e Preto.
Participam Também : Racionais MC's, Thaíde e DJ Hum Gerson King Combo, Casquinha, Nelson Triunfo, Mano Browm e Anônimo
Apoio: SESC Pompéia, Casa do Hip-Hop (Diadema) e Prefeitura de Guarulhos

comunica@ondeestaamericalatina.com

 

O samba e o Hip-Hop, expressões da cultura popular brasileira. Importantes expoentes de ambos gêneros musicais refletem sobre as diferenças e semelhanças entre os dois.

 

Hoje na cidade de São Paulo a principal forma de expressão artística nos bairros periféricos é o Hip Hop. É através desse movimento, que une poesia, grafite e dança, que as populações que convivem com a difícil realidade dessas regiões relatam e refletem seu cotidiano. Em outras épocas, no entanto, esse tipo de manifestação artística ocorria através do samba. O gênero que hoje é mundialmente conhecido e um dos ícones do país, por muito tempo  foi socialmente marginalizado e discriminado pelos meios de comunicação. O mesmo que hoje acontece com o Hip Hop. Quais são as diferenças  e semenlhanças entre o samba e o Hip Hop, segundo seus principais expoentes, é o que mostra o documentário  Smba Hop SP.

Os personagens de Samba Hop SP (texto de dezembro de 2001):

Rappinh Hood, após 16 anos de rap, lançou seu primeiro CD por uma grande gravadora em 2001. Rima sobre miséria e violência.

Casquinha lançou, em 2001, seu primeiro CD após 40 anos de samba. É da Velha Guarda Portela.

Thaíde e DJ Hum começaram a fazer rap no centro de São Paulo e hoje são considerados precursores do movimento.

Nino Brown é dançarino de break desde o iníco dos anos 80. Hoje é pesquisador e representante da ONG Zulu Nation no Brasil.

Nelson Triunfo. Além de dançarino é professor e atua na divulgação da cultura Hip Hop no Brasil.

Gerson King é fundador do movimento Black Rio. No final dos anos 70, sua música perdeu espaço para a onda “disco”. Ele volta à ativa respaldado pelo rap.

O Samba da Vela tem se afirmado como reduto de samba de raíz. Toda segunda-feira a vela é acesa e o samba ecoa no bairro de Santo Amaro.

No Free Jazz Festival de 99 MV Bil cantou com uma arma na cintura. O gesto chamou a atenção das autoridades, que censuraram seu clip “Soldado do Morro”.

Racionais MC’s venderam 1 milhão de cópias do disco Sobrevivendo no Inferno sem ter falado com a mídia ou participadpo de programas de TV. São precursores do movimento Hip Hop no país.

Leci Brandão é um dos nomes consagrados do samba. Participa do cd de Rappin Hood, com quem fez diversas apresentações durante o ano de 2001.

Luiz Melodia mistura samba com forró, rock e blues há 30 anos. Seu filho, Mahal, é cantor de rap.

 

vídeo

assista o video promocional do documentário

assista trecho do documentário, com Rappin Hood junto a Leci Brandão no dia 18 de novembro de 2001

../videos/rappineleci_200k.wmv

assista trecho do documentário, com Thaíde no CECAP de Guarulhos, em julho de 2001